É, concordo com o que diz "ser livre e permitir que o outro seja livre é dolorido para seres formados numa sociedade repressora como a nossa". Mas acho que alguém tem que dar o primeiro passo pras coisas acontecerem. Sentir. Viver. Olhar pra frente. Olhar em volta. Abraçar. Carinho. Tudo isso é amor. Amor que faz e desfaz da gente pessoas e sentimentos exdruxulamente corpulentos por ter! ter! ter!
Pra que isso? A teoria (nem) sempre é fácil de ser percebida! A prática, menos ainda. Mas e as próximas gerações? O que viveram as pessoas que nos antecederam? Por quê precisar se rotular de acordo com um molde que quase metade da população do mundo crê? E a outra metade? Por que seguir esse etnocentrismo barato desse pensamento ocidental judaico-cristão em relação à vida e aos sentimentos? Existem caminhos perceptivelmente mais claros que nos levam muito mais além quando se têm relações com pessoas diversas! A interação é a alma do mundo! O amor reícproco e X-gonal!
Seja o que for, o que rotularem ou nomencalturarem, as pessoas estão empregnadas de sentimentos! Bichos que sentem algo que não é tão fácil de interpretar, mas os sentimentos tb falam! É assim com a arte! É assim com a gente! Alguém tem que dar o primeiro passo e é isso o que eu acho mais válido. Tudo é uma questão de costume e adaptação. Se é difícil, é porque a gente torna difícil. As coisas simplesmente são. É só sentir. É entrar e deixar a porta aberta.
4 comentários:
Terá certas obrigaçóes e deveres para colaborar para o respeito e organização da tribo! Sempre terá! Sempre haverá!
Eu corcodo com Camilla, em relação a isso!
Não sei até onde isso é bom... até onde isso funciona...
Mas... em sociedade... em conjunto...haverá certos principios em prol de um "bem coletivo".
Enfim...
No texto acho que Fel gostaria de falar das regras, normas e liberdades dentro dos nossos sentimentos!
Que lógico não podemos esquecer a influência e determinação da sociedade diantes dos mesmos.
...
Então, Fel citou o exemplo do amor.
De como a sociedade, a religião, nossa cultura, influenciam o nosso modo de amar.
Eu não sei... mas tenho a impressão que esse nosso modo de amar... é mais antigo e vem antes de tudo isso.
O amor ter que ser construido livremente pelos dois(ou três, ou quatro)...
A vontade, o desejo, o encantamento, devem ser livre.
É o sentir-se livremente atraído pelo outro.
Essa mesma atração pode desenvolver uma vontade de poder, de dominío. Que, geralmente, é consequência do medo, ou receio, de perder a espontanedade e liberdade da atração do outro sbore nós. Ou seja, medo de perder o outro.
Muita vezes, isso é expresso através do desejo de exclusividade, da possividade, do ciúme.
E isso me parece ser tão "natural", tão "humano".
Sentir isso talvez não seja errado ou mal.
Talvez, o mal seja o momento que passa-se a querer contralar ou manipular o sentimento alheio...
Eita!
Agora não consigo terminar o texto...
Porque acho que errei! hahahahahaa
Acho que Fel não estava falando sobre isso.
Mas... estava falando sobre os nossos medos de deixar nossos sentimentos saírem de gaiola.
Era? Tava errada Fel?
Depois comento, novamente!
Caramba! Os textos tem que ser aprovado por você para ser publicado aqui?
Deixe de ser assim, vá!
Deixa a galera ser livre para comentar! hehee
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